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CRISTALIZAÇÃO E PURIFICAÇÃO DO NITRATO DE POTÁSSIO
A cristalização é uma operação unitária que é normalmente utilizada para os seguintes propósitos: purificação de substâncias sólidas e separação de compostos que só (ou praticamente) se podem dissolver a quente. O processo baseia-se em várias fases essenciais:
Para uma melhor purificação da substância, deverá ser executada um recristalização. Um cristal é uma substância sólida homogénea com uma disposição tridimensional ordenados seus átomos e moléculas. Todos os cristais da mesma substância fazem os mesmos ângulos característicos entre as suas faces, embora possam não ter o mesmo aspecto porque as faces podem crescer a ritmos diferentes. A forma externa de um cristal chama-se "face cristalina". (A cristalografia é o estudo científico da forma e da estrutura dos cristais. Em 1912 descobriu-se que a forma e as dimensões dos padrões atómicos regulares repetidos de um cristal (a estrutura cristalina) podiam ser determinados fazendo passar raios X numa amostra. Este método chamado «difracção de raios X», abriu um novo caminho no estudo da estrutura atómica. No sal das cozinhas, por exemplo, a estrutura cristalina é um cubo perfeito.) Na cristalização, os cristais são formados porque a substância se alia a algumas moléculas de água. Por esta razão, e visto que depois da cristalização a substância se encontra purificada em quase toda a totalidade (é impossível obter-se uma substância 100% pura), mas sob a forma de cristais, é possível fazê-la voltar ao estado original através de um simples aquecimento, que provoca uma evaporação das moléculas de água. Existem diversas maneiras de exprimir a solubilidade de uma substância num solvente. São normalmente utilizados estes métodos:
O rendimento de experiência é calculado pela expressão:
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